Um dia no Rock in Rio por Léo Xavier

March 10, 2018

Imagina a ansiedade de quem só ia para o Rio de Janeiro na segunda semana de Rock in Rio? Era o meu sentimento naquela semana de setembro, vi todos os shows, acompanhei pelas redes sociais todos os amigos que estavam chegando na cidade maravilhosa, que estavam curtindo muito e impressionados com a cidade do rock. O coração estava a mil, a decisão de ir para o festival foi bem louco, desse 2016 eu e minha namorada (Milena), discutimos sobre ir e já começamos a criar expectativas, porém parecia que era mentira e que não ia passar apenas de uma vontade, até chegar o dia do inicio das vendas. Sabe quando cai a ficha que todo planejamento iria se tornar realidade? Pois é, finalmente conseguimos comprar aqueles ingressos. (Foi tenso. hahaha)

 

Léo Xavier e Milena, Rock in Rio (22/09/2017).

 

A ideia inicial era irmos ao show do Guns N’ Roses, banda que sou muito fã e que mesmo já tendo ido a um show deles em 2014, era a chance de ver Axl Rose e Slash juntos. Nos programamos para termos plano A, B, C, etc, pela dificuldade em conseguir ingressos. Tentamos o Guns, Red Hot, até conseguir, finalmente ingressos para o show do bom e velho Bon Jovi. Apesar de gostar muito da banda, e ela ser o headliner daquele dia , o que muito me animou foi a chance de ver a banda Alter Bridge, que, curto muito e acompanho há tempos. Foi dada a largada para o festival dos meus sonhos. Com passagens e hospedagens garantidas, era só esperarmos nossa vez.

 

Chegou o grande dia, desembarcamos no aeroporto do Galeão na quinta-feira (21/09) às 8h, mas, nosso roteiro do rock teve início mesmo na sexta-feira (22). Mesmo possuindo o Rio Card, decidimos que a melhor opção seria pedir o uber até o evento, por estarmos na Barra, decidimos escolher essa melhor opção. Queríamos chegar o quanto antes na cidade do rock, conseguimos entrar por volta das 14h30, sem muitas pessoas e filas entramos super rápido. A sensação de pisar na Cidade do Rock é algo surreal, você se depara de imediato com o letreiro do evento e tem a primeira parada obrigatória. Depois disso, começa a tour pela GIGANTESCA área com inúmeras atrações. 

 

 Léo Xavier, Rock in Rio (22/09/2017).

 

Começando nosso trajeto demos de cara com cosplays dando as boas-vindas, ali já  podíamos sentir o clima descontraído logo de início,  continuamos andando até onde estava rolando som no Palco Sunset, pois, queríamos muito ver de perto aquele palco, que já promoveu diversos encontros memoráveis, nos quais só podia ver pela TV.

 

Léo Xavier com Cosplay, Rock in Rio (22/09/2017). 

 

Continuamos explorando a cidade, apesar do calor daquela tarde, que não nos desanimou nenhum momento (garrafas de água são indispensáveis). A Rock Street África nos encantou, tava rolando uma apresentação e ficamos hipnotizados com tanta cor, diversidade e diversão. Depois fomos na loja oficial, com a intenção de comprar um boné, que não foi possível, era sem chances, além da loja estar lotada, o produto já tinha esgotado (Quem sabe na próxima?). Continuamos na saga para explorar a cidade do rock, passamos pela roda gigante, stands de patrocinadores, descansamos no gramado perto do Gourmet Square ao som de Baiana System no Palco Sunset, depois, fomos conhecer a tão falada Game XP, além de aproveitar o ar condicionado e o wi-fi (haha), foi uma experiência bem legal, vários objetos relacionados a NBA, jogos de vídeo game, aquele telão gigante e uma banda ao vivo, numa arena totalmente voltada ao mundo dos games. Foi fantástico, ficamos um tempo descansando lá dentro, enquanto curtia as atrações, ainda podemos contar com a presença do ex-jogador e ídolo brasileiro, Zico, que estava participando do evento. 

Léo Xavier Gramado, Rock in Rio (22/09/2017). 

Léo Xavier na Game XP, Rock in Rio (22/09/2017). 

 

Como queríamos assistir os shows do palco principal, resolvemos conhecer toda a cidade do rock logo, claro que com algumas paradas pra descansar, comer, tirar fotos. Quando estava perto de começar os shows, ouvimos um som diferente vindo da Rock District, era o músico Rodrigo Sha fazendo uma super apresentação com seu saxofone, tocando e cantando clássicos do rock e pop, como músicas do Michael Jackson e Seven Nation Army do The White Stripes. Foi outro momento bem legal do evento, com vários pessoas em volta dele e encantados com o talento do cara. Depois disso, ainda deu pra ver um pouco do show do Evandro Mesquita, quando vimos os fogos surgindo por trás do palco mundo, era a hora! 

 

Rodrigo Sha, Rock in Rio (22/09/2017).

 

Corremos e pegamos um bom lugar, nem tão perto do palco e nem tão longe, era o ideal. O primeiro show foi do Jota Quest, nem tava tão empolgado, mas a energia er muito boa e foi um bom show, muita família, crianças, todos cantando juntos. Mas, a minha ansiedade era pelo show do Alter Bridge. Imagina, primeira vez da banda no Brasil e você tendo essa oportunidade! Muita euforia do começo ao fim, a banda é muito boa ao vivo, a voz do Myles Kennedy nem se fala. 

 

Alter Bridge, Rock in Rio (22/09/2017).

 

A terceira atração daquela noite era o grupo Tears For Fears, confesso que não tinha expectativa nenhuma, apenas por não conhecer tanto e nem curtir o som, mas, foi mais uma surpresa do Rock In Rio pra nós. A gente tava deitado na grama enquanto não iniciava, quando começou a chegar ainda mais gente, indo para a frente do palco e lotando toda área que tinha vazia, não foi à toa. O show foi muito massa!! E pode ter certeza, que se você ir a um show deles, você vai acabar sabendo pelo menos uma música. Já perto de dar meia noite, começava a expectativa para o inicio do show do Bon Jovi, banda que sou fã e queria muito ter a oportunidade de vê-los ao vivo, mais uma sensação indescritível, foi tudo muito massa. Os coroas mandam muito bem, apesar de sentir falta do Richie Sambora no palco, mas não diminuiu o brilho do show. 

 

Bon Jovi, Rock in Rio (22/09/2017).

 

Chegou a hora de dar tchau a Cidade do Rock, como não íamos outro dia de evento então realmente era uma despedida daquele local que nos propôs muito entusiasmo em um só dia. Resolvemos ir de táxi para onde estávamos hospedados, primeiro porque o cansaço tava falando mais alto e segundo pois a gente tava hospedado na barra e era bem próximo do parque olímpico. Acabamos gastando pouco e chegando em poucos minutos no nosso destino. 
O que posso dizer é que tudo foi uma experiência incrível, desde que pousamos no Rio até o último dia da nossa estadia e fica a recomendação: você precisa ir ao rock in rio ao menos uma vez na vida!

 

 

 

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